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Vigilante Feminina: Como é sua atuação na segurança privada? Dificuldades e oportunidades

Descubra os principais desafios e obstáculos que as mulheres ainda enfrentam quando buscam atuar na área da segurança privada, e como você pode ajudá-las.

Vigilante feminina é a profissional do sexo feminino que atua na área de segurança privada, desempenhando funções de proteção, prevenção e controle de acesso em diversos ambientes e situações. Elas são responsáveis por garantir a segurança e a integridade das pessoas, propriedades e bens, utilizando técnicas e procedimentos adequados.

Em um mundo onde a igualdade de gênero é cada vez mais valorizada, diversas áreas profissionais têm passado por transformações significativas. Neste contexto, um setor que tem visto um aumento considerável da presença feminina é o da segurança privada, outrora dominado pelos homens.

Se engana quem imagina que área da segurança privada é exclusivamente masculina. Cada vez mais, as mulheres estão ocupando posições de destaque como vigilantes, desafiando estereótipos e mostrando sua competência em um ambiente historicamente masculino.

Ao longo deste artigo, abordaremos os benefícios de uma equipe de segurança diversificada e como as mulheres estão deixando sua marca na área da segurança privada, trazendo consigo uma gama de habilidades valiosas e uma perspectiva única para lidar com desafios de segurança.

Por José Sergio Marcondes – Postado 02/09/2019 atualizado 01/07/2023

O que é uma vigilante de feminina?

Vigilante feminina é um profissional do sexo feminino que atua na área de segurança privada, desempenhando funções de proteção, prevenção e controle de acesso em diversos ambientes. Elas são responsáveis por garantir a segurança e a integridade das pessoas, propriedades e bens, utilizando técnicas e procedimentos adequados.

As vigilantes femininas recebem treinamento especializado para lidar com situações de risco, tanto em termos de segurança física quanto de resolução de conflitos. Suas atribuições podem incluir a realização de rondas de vigilância, o monitoramento de sistemas de segurança, o controle de acessos de pessoas e materiais, a aplicação de procedimentos de segurança e a colaboração com as forças policiais quando necessário.

A presença de vigilantes femininas tem se tornado cada vez mais comum, pois proporciona uma abordagem diversificada à segurança, considerando as necessidades e peculiaridades de diferentes públicos. Elas desempenham um papel importante na promoção de ambientes seguros e contribuem para a equidade de gênero dentro do campo da segurança privada.

Diferença profissional entre o vigilante feminina e o vigilante masculino

É importante destacar que, em termos de funções e responsabilidades, não há diferenças profissionais fundamentais entre um vigilante masculino e uma vigilante feminina na segurança privada. Ambos exercem a profissão de vigilante, recebem o mesmo tipo de treinamento e desempenham tarefas similares para garantir a segurança de pessoas, propriedades e bens.

As funções de um vigilante, independentemente do gênero envolvem responsabilidade por manter a ordem, prevenir situações de risco e agir de forma adequada em casos de emergência.

No entanto, é importante considerar que, em algumas situações, a presença de vigilantes femininas pode oferecer benefícios adicionais. Por exemplo, em ambientes onde a privacidade ou a sensibilidade são questões importantes, como em revistas de segurança para mulheres ou em áreas onde a presença masculina pode causar desconforto, a inclusão de vigilantes femininas pode ser preferível.

Outro aspecto relevante é a abordagem diferenciada na interação com o público. As vigilantes femininas podem trazer uma perspectiva distinta, oferecendo empatia, compreensão e habilidades de comunicação que podem ser valiosas em certas situações.

Fatores que dificultam a presença de vigilante feminina na segurança privada

O preconceito desempenha um papel significativo na dificuldade de aumentar a presença das mulheres na segurança privada. O preconceito de gênero, em particular, cria barreiras e estereótipos que limitam as oportunidades para as mulheres nessa área.

A seguir algumas formas pelas quais o preconceito pode dificultar uma maior presença das mulheres na segurança privada:

  1. Estereótipos de habilidades e papéis de gênero: Esses fatores atribuem habilidades físicas, força e coragem aos homens, enquanto associam as mulheres a características como fragilidade e sensibilidade emocional. Isso cria a ideia de que as mulheres não são capazes de desempenhar adequadamente as tarefas exigidas na segurança privada, o que dificulta sua entrada e progressão na profissão.
  2. Barreiras culturais: Em algumas culturas, existem expectativas tradicionais de papéis de gênero, que podem desencorajar ou proibir as mulheres de ingressarem em profissões consideradas “masculinas”. Essas barreiras culturais podem dificultar o acesso das mulheres à segurança privada e limitar suas oportunidades de carreira nessa área.
  3. Viés de contratação: Os empregadores podem ter preconceitos inconscientes que afetam sua decisão de contratar mulheres para cargos de segurança, mesmo que elas possuam as habilidades e qualificações necessárias.
  4. Cultura do machismo institucional: Esse fator cria um ambiente hostil e desfavorável para as mulheres, desencorajando sua participação. O machismo institucional pode se manifestar em discriminação salarial, falta de oportunidades de promoção, assédio sexual ou moral e tratamento diferenciado em relação aos colegas masculinos.
  5. Falta de modelos e referências femininas: A falta de representação feminina bem-sucedida na segurança privada contribui para a perpetuação do preconceito. A ausência de modelos e referências femininas influentes torna mais difícil para as mulheres se identificarem com a profissão e visualizarem seu próprio sucesso nessa área.

Para superar esses obstáculos e promover uma maior presença de vigilantes femininas na segurança privada, é essencial investir em políticas inclusivas, combater estereótipos de gênero, promover a diversidade e a igualdade de oportunidades, além de fornecer suporte e capacitação adequada para as mulheres que desejam ingressar nesse setor.

O que faz um vigilante feminino?

Um vigilante feminino desempenha funções similares às de um vigilante masculino na segurança privada. Suas responsabilidades podem variar dependendo do contexto e do local de trabalho, mas, de forma geral, suas atribuições incluem:

  1. Controle de acesso: Verificar, autorizar e gerenciar a entrada e saídas de pessoas e materiais em determinados locais.
  2. Rondas de vigilância: Realizar rondas periódicas para garantir a segurança de pessoas, propriedades e bens.
  3. Monitoramento de sistemas eletrônicos de segurança: Utilizar e monitorar sistemas de segurança, como câmeras de vigilância, alarmes e controles de acesso.
  4. Prevenção de ocorrências: Atuar proativamente para prevenir ocorrências de segurança. Isso pode incluir a identificação e correção de possíveis falhas de segurança, a implementação de medidas preventivas e a criação de um ambiente seguro para funcionários, visitantes e clientes.
  5. Resposta a emergências: Estar preparada para agir em situações de emergência, como incêndios, roubos, agressões ou outros eventos adversos. Neste caos, a vigilante feminina deve seguir os protocolos estabelecidos, tomar decisões rápidas e adequadas e cooperar com as autoridades competentes, se necessário.

Além dessas responsabilidades, a presença da vigilante feminina pode ser especialmente valorizada em situações em que a privacidade ou a sensibilidade são considerações importantes, como revistas de segurança para mulheres ou interação com vítimas de violência de gênero.

É importante ressaltar que as atribuições de uma vigilante feminina são as mesmas de um vigilante masculino, e a competência e qualificações profissionais são os critérios essenciais para desempenhar a função, independentemente do gênero.

O que é preciso para ser vigilante feminina?

Os requisitos para exercer a profissão de vigilante feminina são os mesmo dos exigidos para os homens:

  • Ser brasileira ou brasileira, nata ou naturalizada;
  • Ter idade mínima de vinte e um anos;
  • Ter instrução correspondente à quinta série do ensino fundamental;
  • Ter sido aprovada em curso de formação de vigilante, realizado por empresa de curso de formação devidamente autorizada;
  • Ter sido aprovada em exames de saúde e de aptidão psicológica;
  • Ter idoneidade comprovada mediante a apresentação de certidões negativas de antecedentes criminais;
  • Estar quite com as obrigações eleitorais; e
  • Possuir registro no Cadastro de Pessoas Físicas.

Onde vigilante feminina pode trabalhar?

De acordo com a lei 7.102, assim como o vigilante masculino, a vigilante feminina pode trabalhar como empregada em dois tipos de empresas:

  • Nas empresas especializadas em prestação de serviços de segurança privada, onde poderá atuar nas atividades de vigilância patrimonial, escolta armada, transporte de valores ou segurança pessoal, de acordo com a autorização de funcionamento concedida a empresa pela Polícia Federal.
  • Nas empresas que possuem serviço orgânico de segurança, “pessoa jurídica de direito
    privado autorizada pela Polícia Federal a constituir um setor próprio de segurança”, onde poderão atuar na vigilância patrimonial ou de transporte de valores, conforme autorização concedida pela PF a empresa.

Como empregado de empresas especializadas, as Vigilantes podem prestar serviços de segurança em diversos estabelecimentos como: empresas públicas ou privadas, órgãos públicos, hospitais, repartições públicas, shopping center, bancos e etc.

Vigilante feminina

Vigilante feminina pode ocupar cargos de liderança e gestão na segurança privada?

Sim, a vigilante feminina pode ocupar cargos de liderança e gestão na segurança privada. Assim como em qualquer outra área profissional, as mulheres têm o potencial de ascender a posições de destaque e assumir responsabilidades de liderança dentro das empresas de segurança privada.

Nos últimos anos, tem havido um aumento gradual da presença das mulheres em cargos de liderança na segurança privada. Isso ocorre devido a uma maior conscientização sobre a importância da diversidade de gênero e da valorização das competências individuais, independentemente do sexo.

As vigilantes femininas, ao demonstrarem habilidades técnicas, conhecimento especializado, experiência profissional e capacidade de liderança, têm a oportunidade de assumir funções de gestão em empresas de segurança privada. Essas posições podem incluir supervisores, coordenadores, gerente, diretores de segurança e outros cargos executivos.

No entanto, é importante destacar que ainda existem desafios e obstáculos que as mulheres enfrentam ao buscar posições de liderança na segurança privada, como estereótipos de gênero, desigualdade salarial e falta de representatividade.

É fundamental que as empresas promovam a igualdade de oportunidades, incentivem o desenvolvimento profissional das vigilantes femininas e criem um ambiente de trabalho que valorize e reconheça suas habilidades e conquistas.

Qual a importância de se aumentar a participação das mulheres na segurança privada?

Aumentar a participação das mulheres na segurança privada é de extrema importância e traz uma série de benefícios tanto para o setor quanto para a sociedade em geral. A seguir, algumas das principais razões e vantagens desse aumento:

  1. Representatividade e igualdade de gênero: A segurança privada é um campo que historicamente tem sido dominado por homens. Aumentar a participação das mulheres nesse setor promove a igualdade de gênero, fornecendo oportunidades equitativas para ambos os sexos. Isso é fundamental para construir uma sociedade mais justa e inclusiva, onde homens e mulheres tenham as mesmas chances de crescimento e desenvolvimento profissional.
  2. Diversidade e perspectivas diversas: A inclusão de mais mulheres na segurança privada traz diversidade de pensamento, experiências e perspectivas. Isso contribui para a tomada de decisões mais abrangentes e criativas, pois diferentes pontos de vista podem levar a soluções inovadoras e eficazes para os desafios enfrentados no campo da segurança.
  3. Habilidades e competências complementares: As mulheres trazem habilidades e competências únicas para a segurança privada. Por exemplo, são conhecidas por sua empatia, habilidades de comunicação, capacidade de multitarefa e atenção aos detalhes. Essas características são extremamente valiosas em situações que requerem abordagens sensíveis, como lidar com o público, resolver conflitos ou fornecer suporte emocional.
  4. Melhor atendimento ao público: A presença de mulheres na segurança privada facilita um melhor atendimento ao público. Em muitos casos, as pessoas podem se sentir mais confortáveis ​​e confiantes em se aproximar de vigilantes femininas para buscar ajuda ou relatar problemas.
  5. Inspiração para futuras gerações: Aumentar a participação das mulheres na segurança privada não apenas beneficia as profissionais atuais, mas também inspira e abre caminho para as gerações futuras.

Em resumo, aumentar a participação das mulheres na segurança privada é uma questão de justiça, igualdade e eficácia. Essa diversificação traz benefícios significativos, desde uma força de trabalho mais diversa e perspectivas enriquecedoras até um melhor atendimento ao público e uma sociedade mais igualitária.

Conclusão

Neste artigo estacamos a importância da representatividade feminina na segurança privada, ressaltando como a diversidade de gênero enriquece o setor e promove a igualdade de oportunidades. As vigilantes femininas estão mostrando que são capazes de exercer suas funções com excelência, trazendo perspectivas diversas e habilidades complementares que fortalecem as equipes de segurança.

É crucial reconhecer os desafios que as vigilantes femininas enfrentam, desde o preconceito e a desigualdade salarial até a necessidade de um ambiente de trabalho mais inclusivo e seguro. No entanto, é inspirador ver como essas profissionais superam tais obstáculos, deixando sua marca na segurança privada e abrindo caminho para futuras gerações.

Considerando todos os benefícios que a presença das mulheres traz para o campo da segurança privada, é essencial que as empresas do setor ofereçam mais oportunidades e promovam a igualdade de gênero em suas equipes. Ao fazer isso, não apenas estarão construindo um ambiente mais justo e inclusivo, mas também aumentando a eficácia e a qualidade dos serviços prestados.

Para melhor compreensão das possibilidades de inclusão das mulheres no setor da segurança privada, convido você a ler o meu artigo sobre “A profissão de vigilante“. Nele, abordaremos em detalhes as responsabilidades, requisitos e características necessárias para atuar nessa área tão importante para a proteção e bem-estar da sociedade.

Se você gostou do artigo e achou útil, por favor, deixe um comentário logo abaixo para compartilhar sua opinião conosco. Ela é extremamente valiosa para mim!

Um forte abraço e votos de sucesso!

José Sergio Marcondes – CES – CPSI – Gestor, Consultor e Diretor do IBRASEP. Sou um profissional com competências sólidas nas áreas de segurança privada e gestão empresarial. Conecte comigo nas redes sociais.

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MARCONDES, José Sérgio (02 de setembro de 2019). Vigilante Feminina: O que é? Funções, dificuldades, oportunidades. Disponível em Blog Gestão de Segurança Privada: https://gestaodesegurancaprivada.com.br/vigilante-feminina-caracteristicas/ – Acessado em (inserir data do acesso).

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Sobre o Autor

José Sergio Marcondes
José Sergio Marcondes

José Sergio Marcondes é formado em Gestão de Segurança Privada e possui MBA em Gestão Empresarial e Segurança Corporativa. É especialista em Segurança Privada, certificado com CES (Especialista em Segurança Empresarial) e CPSI (Certificado Profissional em Segurança Internacional). Atualmente, atua como consultor e diretor do IBRASEP, trazendo uma notável expertise em segurança, além de possuir sólidos conhecimentos nas áreas de gestão empresarial Com mais de 30 anos de experiência na área de segurança privada, acumulando resultados relevantes nas áreas operacionais, administrativas e comerciais.

18 Comentários

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  1. Olá Junior!
    Se trata de um projeto de lei que reserva 20% das vagas emprego vigilantes existentes numa organização financeira (bancos) para as mulheres. Más ainda não foi aprovado, está em tramitação no Congresso Nacional a mais de 10 anos.
    Espero ter respondido a sua dúvida.
    Forte abraço e sucesso.

  2. Bom dia Sr José Sérgio!
    Em meu curso de gestão, me lembro que foi falado que a empresa teria que reservar um percentual de vagas para as mulheres, Sr confirma? E se for sim, a empresa tem 1000 funcionários, porém, 50 são da vigilância Orgânica dessa empresa. Se aplica o percentual sobre os 1000 funcionários ou pode se aplicada somente no efetivo de 50 ( seria os vigilantes orgânicos? ) ou seja ,as meninas podem pedir para que se aplique esse direito?

  3. Olá Ayane!
    Não há nada legalmente que impeça sua atuação como vigilante feminina. Essa é uma questão da política de recrutamento de cada empresa. Já trabalhei com vigilante feminina de pouco mais de 1,60cm, e foi uma das melhores profissionais que já trabalhei, inclusive era elogiada constantemente pelos clientes.
    Espero ter respondido sua dúvida.
    Forte abraço e sucesso.

  4. Boa noite! A minha duvida é sou mulher de estatura baixa, será mesmo que interfere diretamente na minha contratação? Porque fazer um curso e não ter a chance de atuar pelos jugamentos prefiro não arriscar, qual a minha chance de ser aceita nessa area?

  5. Olá Janete pereira !
    Obrigado pelo seu comentário.
    Forte abraço e sucesso.

  6. Gostei muito dos artigos aqui publicados,muito bem elaborado
    Realmente precisamos. Estar sempre se reciclando e buscando um conhecimento mais apurado na nossa profissão.
    Obrigada!

  7. Olá Jordana da silva !
    Entendo e sou solidário com a sua situação. Infelizmente essa é uma realidade não só no caso dos vigilantes mas também em outras profissões. A alternativa nesse caso é continuar tentando, até encontrar uma empresa sensata que lhe de a oportunidade de ter experiência.
    Forte abraço e sucesso.

  8. Olá! Fazendo o curso de vigilante pode -se trabalhar em carro forte?? Ou existe um curso próprio para o mesmo? Desde já obrigada!

  9. Olá fiz o curso conclui em fevereiro mais a maioria dos lugares pedem experiência o que fazer nessa situação, se ninguém lhe dá oportunidade

  10. Olá Isabel!
    O curso pode ser feito numa escola de formação de vigilantes.
    Forte abraço e sucesso.

  11. Olá Flávia!
    A legislação não fixa uma altura mínima para ser vigilante.
    Forte abraço e sucesso.

  12. Olá, boa noite, tudo bem, qual a altura mínima para mulheres exercerem o curso por favor?

  13. Olá Sheila!
    Não há um limite máximo de idade.
    Abraço e Sucesso!

  14. de 21 anos ate quantos anos pode se inscrever em um curso desse

  15. Ótimo artigo! Creio que essa mudança será bem benéfica para sociedade.

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