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Processo Decisório Organizacional: O que é, Etapas, Como Ocorre

Você tem dúvidas sobre o processo decisório? De como ele ocorre e quais são suas as etapas? Conhecer o processo decisório pode ajudá-lo a tomar decisões mais ponderadas e acertadas, organizando informações relevantes e definindo alternativas. Essa abordagem aumenta as chances de você escolher a alternativa mais satisfatória possível.

O processo decisório é o processo de escolher o caminho mais adequado frente as alternativas existentes, em uma determinada circunstância. Lendo este artigo até o final você terá uma boa compreensão de como se dá esse processo, conhecimento este, que será de grande valia pra você tanto na sua vida profissional como pessoal.

Escrito por José Sérgio Marcondes
Postado 05/10/2021

O que é um Processo Decisório?

Processo decisório é uma ação organizada e sistemática de escolher a alternativa mais adequada frente a uma circunstância. O processo decisório, normalmente, visa minimizar perdas, maximizar ganhos e criar uma situação em que, comparativamente, haverá sucesso entre o estado em que se encontra atualmente e o estado em que irá encontrar-se após a tomada da decisão.

Fazem parte do processo de tomada de decisões os seguintes fatores:

  1. Percepção da situação que envolve algum problema/questão e que requer uma solução;
  2. Análise e definições do problema/questão;
  3. Definição dos objetivos da solução;
  4. Procura de alternativas de solução ou de cursos de ação;
  5. Escolha da alternativa mais adequada ao alcance dos objetivos;
  6. Avaliação e comparação das alternativas;
  7. Escolha e implementação da alternativa;
  8. Acompanhamento dos resultados;
  9. Adoção de medidas corretivas, se necessário.

O processo decisório está presente no dia a dia das pessoas e organizações de forma contínua. A tomada de decisão pode ser evidenciada nas mais simples atitudes como, por exemplo, no que vamos almoçar hoje? Qual programa de tv vou assistir.

Dentro das organizações, a todo o momento, decisões precisam ser tomadas sempre que estamos diante de problemas que apresentam mais de uma alternativa de solução. Mesmo quando, para solucioná-los, possuímos uma única opção a seguir, poderemos ter a alternativa de adotar ou não essa opção.

Qual é a importância do Processo Decisório?

Por meio do processo decisório, uma empresa é capaz de alcançar resultados que muitos não acreditavam, justamente por temerem tomar decisões.

Por isso, a importância da tomada de decisão está, principalmente, na capacidade de se fazer uma organização alçar novos voos e estar competitiva no mercado. O importante é não ter medo de fazer escolhas. O risco também faz parte do processo.

Convivemos com decisões todo o tempo, decidimos o que vamos comer, qual caminho faremos para ir ao trabalho, que programa de TV veremos, que carro vamos adquirir. Dentro de uma organização essas decisões se tornam cruciais, pois elas envolvem o futuro da organização e o de milhares de pessoas.

A organização é um sistema de decisões em que cada pessoa participa consciente e racionalmente, escolhendo e decidindo entre alternativas mais ou menos racionais que são apresentadas de acordo com sua personalidade, motivações e atitudes.

Teoria das Decisões e o Processo Decisório

A Tomada de Decisão é processo de escolher o caminho mais adequado para a organização, em determinadas circunstâncias. As decisões, normalmente, precisam minimizar perdas, maximizar ganhos e criar uma situação em que, comparativamente, o gestor julgue que haverá sucesso entre o estado em que se encontra a organização e o estado em que irá encontrar-se após a tomada da decisão.

Para Simon (1970), que desenvolveu importantes estudos sobre a tomada de decisão, o ato de decidir é essencialmente uma ação humana e comportamental. Ele envolve a seleção, consciente ou inconsciente, de determinadas ações entre aquelas que são fisicamente possíveis para o agente e para as pessoas sobre as quais este exerce influência e autoridade.

Em 1947 Herbert Simon, no intuito de explicar o comportamento humano nas organizações, lança o livro Comportamento Administrativo e com ele se inicia a Teoria das Decisões, onde “… cada pessoa participa racional e conscientemente, escolhendo e tomando decisões individuais a respeito de alternativas racionais de comportamento.” (CHIAVENATO, 2003, p.347).

Toda organização é um sistema de decisões, onde todos os membros estão continuamente tomando alguma decisão, “… é impossível pensar a organização sem considerar a ocorrência constante do processo decisório”. (FREITAS; KLADIS, 1995).

O que são Decisões?

Certo (2005) defende que decisão é a escolha feita entre duas ou mais alternativas disponíveis e que “… tomada de decisão é o processo de escolha da melhor alternativa,” ou a que mais beneficiará a organização.

A decisão não é um fim em si mesmo, é apenas mais uma etapa, pois decisões podem ocorrer tanto em níveis intermediários como finais, e uma decisão colocada em prática cria uma nova situação, que pode gerar outra decisão ou processos de resolução de problemas. Ao contrário do que parece, o objetivo do gestor não é apenas enfrentar e resolver problemas na medida em que vão surgindo, mas sim criar e inovar, estando atento ao rumo que a organização segue.

“Tomar decisões é o processo de escolher uma dentre um conjunto de alternativas.” E cabe ao tomador de decisão “… reconhecer e diagnosticar a situação, gerar alternativas, avaliar as alternativas, selecionar a melhor alternativa, implementar a alternativa escolhida e avaliar os resultados.” (CARAVANTES; PANNO; KLOECKNER, 2005, p.446).

Para Maximiano (2009) decisões são tomadas para resolver problemas ou aproveitar oportunidades. […] O processo de tomar decisão começa com uma situação de frustração, interesse, desafio, curiosidade ou irritação. Há um objetivo a ser atingido e apresenta-se um obstáculo, ou acontece uma condição que se deve corrigir, ou está ocorrendo um fato que exige algum tipo de ação, ou apresenta-se uma oportunidade que pode ser aproveitada.

Os 6 Elementos do Processo Decisório

Os seis elementos do processo decisório, segundo Chiavenato (2003, p.348), são:

  1. O tomador de decisão: é a pessoa que faz uma escolha ou opção entre várias alternativas futuras de ação.
  2. Os objetivos: são o que o tomador de decisão pretende alcançar com suas ações.
  3. As preferências: são os critérios que o tomador de decisão usa para fazer sua escolha.
  4. A estratégia: é o curso de ação que o tomador de decisão escolhe para atingir seus objetivos dependendo dos recursos que pode dispor.
  5. A situação: são os aspectos do ambiente que envolve o tomador de decisão, alguns deles fora do seu controle, conhecimento ou compreensão e que afetam sua escolha.
  6. O resultado: é a consequência ou resultado de uma estratégia.

As 5 Etapas do Processo Decisório

Certo (2005), Chiavenato (2010), Maximiano (2009) e Robbins (2010) ressaltam que o processo de tomada de decisão é uma atividade passível de erros, pois ela será afetada pelas características pessoais e percepção do tomador de decisões. Na tentativa de minimizar esses erros e chegar a um melhor resultado, deve-se efetuar um processo organizado e sistemático, sugerem algumas etapas a serem seguidas:

As 5 Etapas do Processo Decisório são:

  1. Identificar um problema existente;
  2. Enumerar alternativas possíveis para a solução do problema;
  3. Selecionar a mais benéfica das alternativas;
  4. Implementar a alternativa escolhida;
  5. Reunir feedback para descobrir se a alternativa implementada está solucionando o problema identificado.

Modelos do Processo Decisório

A tomada de decisão e a resolução de problemas podem ser abordadas de muitas maneiras diferentes, mas geralmente seguem a dois modelos: o racional e comportamental.

Quadro 1 – Modelo racional e comportamental de tomada de decisão

Modelo RacionalModelo Comportamental
O tomador de decisões tem informações perfeitas (relevantes e acuradas).O tomador de decisões tem informações imperfeitas (incompletas e possivelmente imprecisas).
O tomador de decisões tem uma lista exaustiva de alternativas dentre as quais pode escolher.O tomador de decisões não tem um conjunto completo de alternativas ou não entende plenamente aquelas que têm à disposição.
O tomador de decisões é racionalO tomador de decisões tem uma racionalidade definida e se restringe a valores, experiência, hábitos etc.
O tomador de decisões sempre tem em mente os melhores interesses da organização.O tomador de decisões escolherá a primeira alternativa minimamente aceitável.
Fonte: CARAVANTES; PANNO; KLOECKNER, 2005, p.455)

O modelo de tomada de decisão racional supõe que os tomadores de decisões tenham informações perfeitas, e que sejam capazes de avaliar sistematicamente e logicamente cada alternativa e no final tomar uma decisão totalmente imparcial sobre o que será melhor para a organização. O que nem sempre é possível, pois fatores como emoções, preferências individuais e política da empresa acabam por interferir nesse processo.

O modelo comportamental, que leva em conta que o gerente muitas vezes terá que tomar uma decisão considerando sua percepção, experiência, informações e alternativas limitadas.

Categorias das Decisões

Para Simon as decisões podem ser divididas em duas categorias:

  • Decisões programadas – são aquelas rotineiras e repetitivas;
  • Decisões não programadas – é uma decisão única, tomada uma única vez.

As decisões programadas fazem parte do acervo de soluções da organização. Resolvem problemas que já foram enfrentados antes e que se comportam sempre da mesma maneira. Não é necessário, nesses casos fazer diagnósticos, criar alternativas e escolher um curso de ação original. Basta aplicar um curso de ação predefinido. Exemplos de decisão programadas são políticas, algoritmos, procedimentos e regras de decisão. (MAXIMIANO, 2009, p.59).

As decisões não programadas são preparadas uma a uma, para atacar problemas que as soluções padronizadas não conseguem resolver. São atitudes novas, que a organização está enfrentando pela primeira vez e admitem diferentes formas de serem resolvidas, cada uma com suas vantagens e desvantagens. Situações desse tipo precisam de um processo de análise sucessivas, desde o entendimento do problema até a tomada de decisão. (MAXIMIANO, 2009, p.59).

Decisões programadas economizam tempo e energia, evitando que os gerentes se desgastem procurando soluções para problemas que já foram resolvidos antes, um dos objetivos do projeto decisório deve ser o de procurar criar o maior número de decisões programadas possíveis. (MAXIMIANO, 2009).

Ferramentas do Processo de Decisão

Para facilitar o processo decisório você pode fazer uso de algumas das ferramentas da gestão, como:

  • Diagrama de Ishikawa:
  • Principio de Pareto
  • Brainstorming

No diagnóstico do problema busca-se entender o que está acontecendo, identificando as causas e consequências. O diagrama de Ishikawa e o princípio de Pareto são duas técnicas desenvolvidas para ajudar no diagnóstico de problemas.

Diagrama de Ishikawa

O Diagrama de Ishikawa, também conhecido como espinha de peixe, é um “gráfico que tem por finalidade organizar o raciocínio e a discussão sobre as causas do problema.” Nele trabalha-se com uma pergunta do tipo: quais as causas desse problema? As respostas para essa pergunta são levantadas por meio de levantamento de dados ou brainstorming. (MAXIMIANO, 2009, p.61).

Figura 2 – Exemplo do diagrama de Ishikawa:

Principio de Pareto

O principio de Pareto, também conhecido como 80-20, é uma técnica que permite selecionar prioridades quando se enfrenta grandes números de problemas ou quando é preciso localizar as mais importantes de um número de causas. Segundo ele a maior quantidade de ocorrência ou efeitos depende de uma quantidade de pequenas causas.

Identificado o problema é necessário partir para a busca de soluções, em muitos casos não há alternativas prévias é preciso ter ideias, é onde entra o brainstorming (tempestade de ideias) e o brainwriting (tempestade de ideias escritas).

Brainstorming

A palavra brainstorming foi criada para designar um processo de interação verbal, onde um grupo de pessoas se reúne para ter ideias sobre um determinado problema, “… em que o feedback negativo sobre qualquer alternativa sugerida por qualquer membro do grupo é proibido até que todos tenham apresentado alternativas que consideram valiosas.” (CERTO, 2005, p.139).

No final as alternativas são avaliadas, julgadas e comparadas. E aquela que apresentar maiores vantagens será a selecionada. “[…] O pensamento crítico, além da criatividade, é fundamental para as decisões.” (Maximiano, 2009, p.66).
E se todos os passos acimas não forem suficientes há algumas técnicas que podem ajudar o gestor na hora de tomar a melhor decisão para o problema:

  1. Análise de vantagens e desvantagens;
  2. Árvore de decisão (representação gráfica das alternativas);
  3. Análise do campo de força (analisar as forças a favor e as forças contrárias a uma solução e a partir do resultado chegar a uma solução).
  4. Ponderação de critérios (possibilita a avaliação de alternativas de forma objetiva, com base em fatores que refletem as preferências e necessidades do tomador de decisão).

Quem são os atores do processo decisório?

Em um processo decisório, estão presentes diversos atores, cada um com uma função diferente. As pessoas envolvidas no processo decisório são:

  1. Decisor ou Decisores;
  2. Analista da Decisão ou Agentes de Decisão;
  3. Especialistas;
  4. Pessoas Afetadas pela decisão.

O “decisor” ou os “decisores” são as pessoas que vão decidir sobre o problema de decisão. Entende-se como decisor um indivíduo, uma empresa ou um grupo de gestores. Considera-se, ainda, que os problemas de decisão abordados por um grupo de gestores de uma indústria apresentem um consenso do grupo. Se o grupo de gestão estão em consenso, estes são considerado um decisor. Quando não há consenso, a decisão tem que ser considerada como decisão em grupo.

Os “analistas de decisão” ou “agentes de decisão” são as pessoas conhecedoras das técnicas decisórias. São as pessoas que vão promover a análise decisória buscando elementos que possam ser a ela agregados, de modo a enriquecer de informação a abordagem do problema. Deste modo, a metodologia é aplicada com vistas a fornecer informações ao decisor, para que este possa tomar a decisão. Num processo decisório, a pessoa que conhece o método a ser empregado e seus axiomas para solucionar o problema é conhecida como analista de decisão.

Os “especialistas” são pessoas com grandes conhecimentos técnicos e vivência em uma área específica que o problema está abordando. Os especialistas pelo conhecimento que tem são solicitados a emitirem seus pareceres, muitas vezes subjetivos, que são incorporados na análise decisória, contribuindo para o processo decisório.

As “Pessoas Afetadas” pela decisão são aquelas pessoas que de maneira direta ou indireta são afetadas pela decisão. Estas pessoas afetadas pela decisão podem ou não ser chamadas a participar da decisão.

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Forte abraço e sucesso!
José Sérgio Marcondes – CES
Especialista em Segurança Empresarial
Consultor em Segurança Privada
Diretor do IBRASEP

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Sugiro a leitura dos artigos a seguir como forma de complementar o aprendizado desse artigo.

Dados para Citação Artigo

MARCONDES, José Sérgio ( 05 de outubro de 2021). Processo Decisório Organizacional: O que é, Etapas, Como Ocorre. Disponível em Blog Gestão de Segurança Privada:https://gestaodesegurancaprivada.com.br/processo-decisorio-organizacional-o-que-e-etapas-como-ocorre/– Acessado em (inserir data do acesso).

Referência Bibliográfica

CARAVANTES, Geraldo; PANNO, Cláudia; KLOECKNER, Mônica. Administração: teorias e processo. São Paulo: Pearson, 2005. 572 p.

CERTO. Samuel C. Tomada de decisões. In:__. Administração moderna. 9. ed. São Paulo: Pearson, 2005. cap. 7, p. 123-145.

CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2003. 630 p.

CHIAVENATO, Idalberto. Comportamento organizacional: a dinâmica do sucesso das organizações. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 539 p.

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à Administração. Ed. Compacta. São Paulo: Atlas, 2009. 294p.

ROBBINS, Stephen; JUDGE, Timothy; SOBRAL, Filipe. Comportamento organizacional: teoria e prática no contexto brasileiro. 14. ed. São Paulo: Pearson, 2010. 633 p.

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Sobre o Autor

José Sergio Marcondes
José Sergio Marcondes

José Sergio Marcondes é formado em Gestão de Segurança Privada e possui MBA em Gestão Empresarial e Segurança Corporativa. É especialista em Segurança Privada, certificado com CES (Especialista em Segurança Empresarial) e CPSI (Certificado Profissional em Segurança Internacional). Atualmente, atua como consultor e diretor do IBRASEP, trazendo uma notável expertise em segurança, além de possuir sólidos conhecimentos nas áreas de gestão empresarial Com mais de 30 anos de experiência na área de segurança privada, acumulando resultados relevantes nas áreas operacionais, administrativas e comerciais.

2 Comentários

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  1. Olá FRANCISCO PEREIRA!
    Fico muito lisonjeado em saber que faz uso dos meus artigos para essa nobre finalidade.
    Obrigado pela consideração e pelo comentário.
    Forte abraço e sucesso!

  2. Parabéns pelos excelentes artigos técnicos. Eu os repasso para os meus alunos de graduação e pós em Administração.

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