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Gestor: O que é, O que faz, Qual é o papel e Como ser um Bom Gestor

Imagem de um gestor coordenando uma reunião de trabalho.

Gestor é aquele profissional responsável por planejar, organizar, liderar e controlar as atividades de um grupo de pessoas, visando influenciar as pessoas para trabalharem de forma motivada e cooperativa, de modo a atingirem os objetivos identificados e estabelecidos. Está relacionado ao ato gerir negócios, pessoas ou recursos, com o objetivo de alcançar metas e objetivos definidos

Trata-se de um termo comum no mundo corporativo e administrativo, para se referir aos profissionais responsável por uma determinada área ou equipe da organização.

A função do gestor se relaciona diretamente com os objetivos da gestão, que são organizar e coordenar os recursos de forma a atingir ou superar os resultados planejados.

O que é Gestor?

Gestor é aquele profissional responsável por planejar, organizar, liderar e controlar as atividades de um grupo de pessoas, visa influenciar as pessoas para trabalharem de forma motivada e cooperativa, visando atingir aos objetivos identificados e estabelecidos.

Está relacionado ao ato gerir negócios, pessoas ou recursos, com o objetivo de alcançar metas e objetivos definidos.

Espera-se que o gestor planeje, organize, lidere e controle pessoas dentro de uma organização a fim de se atingir objetivos. Que motivem pessoas e equipes, que sejam lideres e que identifiquem, reconheçam e promovam mudanças. Que utilizem a informação para tomar decisões que afetem direta ou indiretamente a eficácia das operações da organização.

Segundo o Dicionário (CUNHA, 1982) a palavra gestor tem origem latina Gerere e significa conduzir, dirigir ou governar.

O papel de gestor pode ser relacionado a qualquer pessoa que trabalhe com pessoas.

Segundo Drucker, o “fazer gestão” ou gerir, significa entre outras coisas “permitir que um indivíduo de excelente atuação empresarial realize livremente seu trabalho”.

O autor não descarta a função da organização em exercer sua autoridade para a garantia da coordenação e organização dos processos, afim de obviamente, garantir bons resultados econômicos.

O que faz o Gestor?

Espera-se que o gestor planeje, organize, lidere e controle pessoas e organizações. Que motivem pessoas e grupos, que sejam lideres e que sintam, reconheçam e promovam mudanças. Que utilizem a informação para tomar decisões que afetam direta ou indiretamente a eficácia das operações da organização.

Assim, a função do gestor se relaciona naturalmente com os objetivos da gestão, que são procurar rentabilizar os recursos de forma a atingir ou superar os resultados planejados.

A ideia comum que existe do gestor é naturalmente a de um líder.

Aquele que é responsável, aquele que planeia e faz cumprir os objetivos delineados pela gestão. Mas o papel de líder é apenas um dos muitos papéis/ funções que o gestor assume numa empresa.

O Gestor deve ser um profissional ativo, com capacidade de adaptar-se a novas situações constantemente.

Deve ser capaz de postar-se no lugar de todas as pessoas envolvidas em seu objetivo e poder, nesta análise, observar os rumos de seu trabalho.

O gestor deve buscar o equilíbrio entre seus colaboradores. Deve estar sempre o caminho da liderança.

Se procurar ser o único, ou o mais poderoso do grupo, será rejeitada, perdendo parte da legitimação de sua autoridade.

Conceitos de Gestão

É fundamental compreender o conceito de gestão para se perceber qual o papel do gestor nas empresas.

Para Sousa (1990:32) “gerir é o processo de trabalhar com e através dos outros a fim de atingir eficazmente os objetivos organizacionais usando eficientemente os recursos escassos num cotexto de mudança”.

Donnelly et al (2000) consideram a gestão como um processo, levado a cabo por um ou mais indivíduos, de coordenação das atividades de outra pessoa, com o objetivo de alcançar resultados que não seriam possíveis pela ação isolada de uma pessoa.

Teixeira (1998) afirma que a gestão é um processo onde se consegue obter resultados (bens ou serviços), através do esforço de outro.

Em síntese, a gestão é um processo utilizado por pessoas de forma a atingir os objetivos delineados nas organizações. Estas pessoas que utilizam o processo da gestão são denominadas gestores.

Papel do Gestor

Mintzberg (1971) considera que os papéis do gestor representam uma grande responsabilidade.

Não só têm de representar, como ser um elo de ligação entre todos os elementos da empresa, manter a estabilidade dentro da empresa, entre muitos outros.

Em síntese, é fundamental que o gestor saiba o seu papel dentro da organização. As suas funções e os seus papéis são o que caracterizam a sua ação na empresa.

Mintzberg (1971) enumera dez papéis diferentes que os gestores assumem na gestão de organizações.

Devido às suas similaridades o autor agrupa-os em três categorias de comportamentos de gestão que são: os comportamentos interpessoais, comportamentos informativos e comportamentos decisórios.

1. Comportamentos Interpessoais:

Sobre os comportamentos interpessoais, que se referem essencialmente às relações interpessoais cultivadas pelos gestores, pela sua autoridade e pelo seu status, destacam-se os seguintes comportamentos:

1.1 Representante:

O gestor desempenha o papel de representante da sua organização, não apenas ao nível legal através da assinatura de documentos legais, mas também ao nível social, através da arte de receber e socializar com visitantes e convidados.

1.2 Líder:

A liderança é o papel mais reconhecido do gestor. Através deste papel o gestor é responsável pela motivação e incentivo dos subordinados.

Tal como outros papéis, também o de líder pode ser variável consoante a situação. Por exemplo, quando um gestor está motivando um subordinado, ou interferindo no seu trabalho, o gestor está assumindo o papel de líder.

1.3 Elo de Ligação:

O gestor cria, mantem e desenvolve redes de contatos e informações, que lhe auxiliam na condução de suas obrigações e na lidierança de sua equipe.

2. Comportamento Informativo:

Sobre os comportamentos informativos, que se referem essencialmente ao movimento da informação utilizada pelo gestor, destacam-se os seguintes comportamentos:

2.1 Investigador:

O gestor desempenha este papel através da procura e recepção de informação com o propósito de aumentar o seu conhecimento da organização e do respetivo meio envolvente.

O gestor pode não saber tudo o que um técnico especializado daquela área sabe, mas deve saber um pouco de cada área da empresa, para assim a conseguir conhecer e compreender.

Esta procura pode ser feita através de relatórios, contatos pessoais e também por jornais e outras fontes de informação.

2.2 Disseminador:

O gestor assume o papel de disseminador e transmissor de informação que obtém junto dos trabalhadores e de fontes exteriores, aos membros da organização.

Essa informação é disseminada e transmitida em reuniões, telefonemas, notas, entre outros.

2.3 Porta-voz:

O gestor interpreta o papel de veículo de informação para o exterior da organização.

O mesmo informa stakeholders ou interessados na empresa sobre a performance da empresa, os seus planos, as suas políticas, as suas ações, os seus resultados, etc.

3. Comportamento Decisório

Sobre os comportamentos decisórios, a autoridade legal do gestor exige que o próprio assuma a responsabilidade pelas ações importantes da empresa.

Depreende-se, assim, que estes comportamentos são essenciais à tomada de decisão e interligação da mesma, processo que pode ser chamado de planeamento de estratégia. Evidencia-se:

3.1 Empreendedor:

O gestor assume o papel de visionário na preparação da organização para a mudança.

Estas mudanças podem ser compra de novo equipamento, restruturação da organização da empresa, entre outros.

Procura, também, oportunidades e problemas dentro da organização e no seu meio envolvente, que o façam iniciar este papel.

3.2 Gestor de Turbulência:

Enquanto o papel de empreendedor é voluntário, o de gestor de turbulência é um papel que obriga o gestor a implementar as correções que são necessárias.

Existem muitos distúrbios na empresa e cabe ao gestor a tomada de medidas corretivas, para que a situação seja resolvida.

3.3 Afetador de recursos:

O gestor mantem a autoridade sobre o planeamento da empresa ao controlar a distribuição dos recursos.

Ao decidir que recursos calham a cada seção da empresa, o gestor dirige o percurso da mesma. É possível ser feito de três diferentes maneiras.

A primeira o gestor determina o seu calendário, conseguindo desta forma alocar os seus melhores recursos no local correto e determinar quais são as prioridades organizacionais.

A segunda, ao desenhar a estrutura organizacional da empresa o gestor consegue programar o trabalho dos seus trabalhadores, planeando o que têm de ser feito e por quem.

A terceira, o gestor mantém o controlo sobre a distribuição dos recursos, requerendo que todas as decisões significativas sobre os mesmos sejam autorizadas por ele próprio antes de serem implementadas;

3.4 Negociador:

o gestor tem de participar nas sessões importantes de negociação pois ele é a autoridade legal da organização, o seu porta-voz e o seu afetador de recursos. A negociação tem o propósito de trocar recursos no momento, por outros, quer sejam financeiros ou materiais.

Responsabilidade do Gestor

O gestor é alguém que assume um papel de responsabilidade numa empresa. Normalmente o seu papel está associado ao negócio, ao lucro, à empresa, à responsabilidade, a liderança e à visão.

Procurar oportunidades de negócio e rentabilizar o negócio da empresa são duas características fundamentais do gestor (Pereira, 2001).

Em síntese, o gestor tem de ser definitivamente uma pessoa responsável e um exemplo a seguir pelos seus colegas e subordinados (role model).

A sua imagem como líder e representante deve ser respeitada. A sua mensagem tem de ser compreendida por todos.

Como ser um bom Gestor?

Wilson (1993) afirma que hoje existe um novo estilo de gestor. Um gestor que delega autoridade e responsabilidade aos seus subordinados, o qual substituiu o velho modelo de gestor policiador, controlador e autoritário.

As diferenças face ao passado são notórias, sendo que na atualidade um gestor não se limita a ser um líder e um orientador, é também um executor, tendo formação e treino para as mais variadas tarefas (Costa, 2013).

Um gestor na atualidade é alguém que coordena o trabalho dos outros para que os objetivos da organização sejam atingidos (Costa, 2013).

Drucker (1995) considera que a mudança fundamental no papel do gestor nos dias de hoje é gerir em situações em que não detêm uma autoridade de comando, em que não controlam nem são controlados.

Em síntese, os novos desafios da gestão exigiram não só uma restruturação nas organizações, mas também na gestão e nos gestores.

A ideia que o gestor existe exclusivamente para mandar perdeu adeptos, sendo agora o gestor visto como um coordenador do trabalho em equipe, tendo também a sua quota de trabalho.

Estas mudanças exigem que o gestor participe agora com mais responsabilidades do que tinha no passado. É também fundamental que o gestor tenha uma elevada capacidade de previsão.


Como refere Bocher (1999:172), “um dos principais papéis do gestor é, ao mesmo tempo que gere o presente, preparar o futuro antecipando as evoluções do seu ambiente”. Antecipar as mudanças do futuro é agora um dos papéis fundamentais do gestor.

Competências do Gestor

O gestor precisa de um conjunto de recursos para desempenhar a sua função. Neste caso, Santos (2008) considera o fato de o gestor ter de possuir um conjunto de capacidades, habilidades e competências se deseja realizar as suas funções com sucesso.

Quando se fala de competências na gestão é imprescindível analisar o modelo de competências desenvolvido por Katz, em 1955.

O artigo em que o autor publicou o seu modelo tornou-se de tal modo uma referência que, em 1974, foi republicado.

Assim, Katz (1974) identifica três tipos de competências necessárias para o sucesso do gestor, que são as competências técnicas, humanas e conceptuais.

Estas competências apesar de interligadas devem ser analisadas separadamente para se compreender a especificidade de cada uma delas.

1. Competências Técnicas:

Competências técnicas, Katz (1974) caracteriza-as como competências que implicam um entendimento e uma proficiência num tipo de atividade específico, particularmente envolvendo métodos, processos, procedimentos ou técnicas.

Mais especificamente, as competências técnicas envolvem a necessidade de domínio de conhecimentos especializados, capacidade analítica dentro da especialidade e facilidade no uso de ferramentas e técnicas específicas por parte do gestor.

Dos três tipos de competências, as competências técnicas são as mais conhecidas, por serem as mais concretas e também por ser o requisito mais comum na maior parte das profissões.

Peterson e Fleet (2004) acrescentam, ainda, que através das competências técnicas os gestores estão aptos para formar, direcionar e avaliar os trabalhadores nas suas tarefas específicas.

2. Competências Humanas:

Competências humanas, Katz (1974) caracteriza-as como a capacidade fundamental do gestor para se relacionar e trabalhar com pessoas, quer individualmente, quer em equipe.

Ao contrário das competências técnicas que são orientadas para “coisas” (processos ou objetos físicos), as competências humanas são orientadas para o trabalho com pessoas.

Através destas competências o gestor compreende o seu lugar dentro da organização face ao seu chefe, subordinados ou colegas e, consequentemente, como se comportar face às diferentes posições.

Estas competências são fundamentais, pois só através delas é possível ao gestor comunicar, liderar, motivar, entusiasmar e gerar a confiança necessária aos subordinados.

É esperado que um gestor com estas competências crie uma atmosfera de aproximação com os subordinados e que estes se sintam à vontade para expressar as suas preocupações sem receio de censura ou ridicularização, que sejam encorajados a participar no planeamento e noutras ações em que se possam sentir integrados.

A sensibilidade para questões humanas descreve resumidamente a característica fundamental das competências humanas. Katz (1974), adverte para uma característica constante no que diz respeito às competências humanas.

Estas têm de ser naturais no gestor, continuamente, visto que envolvem situações de sensibilidade, não só em tomadas de decisão, mas também no comportamento diário do indivíduo.

3. Competências conceituais:

Competências conceituais são caracterizadas por Katz (1974) fundamentalmente para que os gestores tenham a capacidade de pensar e conceitualizar situações abstratas e, através delas, desenvolver com sucesso as suas funções.

Estas competências são fundamentais para que o gestor possua a capacidade de visualizar a organização como um todo e antecipar alterações do meio envolvente, assegurando a adaptação da organização a essas mudanças.

O sucesso na tomada de decisão de qualquer gestor depende das competências conceptuais que o mesmo possui. Sendo, assim, possível concluir que estas não são comparáveis entre gestores.

O autor acrescenta que na prática as competências do gestor estão tão interligadas que é complicado diferenciar onde uma acaba e onde outra começa.

4. Conclusão:

Concluindo, Katz (1974) considera que um gestor necessita de competências técnicas suficientes para realizar tarefas específicas pela qual é responsável, competências humanas suficientes para trabalhar com outros, ser um membro de equipa eficiente e conseguir criar laços cooperativos dentro de equipa que lidera; e, por fim, competências conceituais suficientes, para notar as interligações de vários fatores à sua volta, com o intuito de tomar medidas que permitam o melhor para a organização.

Peterson e Fleet (2004) publicaram um artigo em que exploram o legado de Katz (1974) e as atualizações das competências do gestor.

Nesse artigo é possível constatar que, mesmo passados 50 anos da primeira edição do artigo de Katz (1974), este ainda se mantem atual e um dos mais referenciados artigos para a discussão das competências do gestor.

Peterson e Fleet consideram que as organizações devem procurar compreender se os seus gestores possuem competências na área da gestão, pois só através delas os gestores executam as suas funções de forma efetiva.

Isto porque, de acordo com outros autores (Peterson e Fleet, 2004), alguns gestores são frequentemente indivíduos que possuem competências técnicas e que através delas realizam um trabalho competente o suficiente para serem promovidos a gestores.

Assim, Peterson e Fleet (2004) consideram que, apesar de estes indivíduos terem um bom desempenho graças às suas competências técnicas, estes podem não ter as restantes competências de gestão necessárias para executar a sua função como gestores.

Isto porque, as competências técnicas providenciam conhecimento em tarefas especializadas e enquanto competências de gestão providenciam especialização em tarefas de gestão.

Na Categoria Conceitos sobre Gestão você encontrará vários artigos relacionados a este tema que lhe serão muito úteis.

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Forte abraço e sucesso!

Sérgio Marcondes

Dados para citação em trabalhos

MARCONDES, J. S. (14 de 11 de 2019). Gestor: O que é, O que faz, Qual é o papel e Como ser um Bom Gestor. Disponível em Blog Gestão de Segurança Privada: https://gestaodesegurancaprivada.com.br/escola-de-formacao-de-profissional-de-seguranca-privada/ – Acessado em (inserir data do acesso).

Referencias Bibliográficas

Katz, R.L (1974). Skills of an effective administrator. Harvard Business Review, Vol. 52 No. 5.pp. 90-102.

Pereira, Francisco Costa (2001). Representação Social do Empresário. Lisboa: Edições Sílabo.

Drucker, Peter (1999). Sobre a Profissão de Gestão. Lisboa: Publicações Dom Quixote.

Sousa, António de (1990). Introdução à Gestão. Lisboa: Verbo.

Donnelly, James., & Gibson, James., & Ivancevich, John. (2000). Administração. Amadora :McGraw Hill.


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Sobre o Autor

José Sergio Marcondes
José Sergio Marcondes

José Sergio Marcondes é formado em Gestão de Segurança Privada e possui MBA em Gestão Empresarial e Segurança Corporativa. É especialista em Segurança Privada, certificado com CES (Especialista em Segurança Empresarial) e CPSI (Certificado Profissional em Segurança Internacional). Atualmente, atua como consultor e diretor do IBRASEP, trazendo uma notável expertise em segurança, além de possuir sólidos conhecimentos nas áreas de gestão empresarial Com mais de 30 anos de experiência na área de segurança privada, acumulando resultados relevantes nas áreas operacionais, administrativas e comerciais.

7 Comentários

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  1. Olá Claudete!
    Obrigado pelo seu comentário.
    Fico muito feliz em saber que o artigo foi útil para você.
    Forte abraço e sucesso!

  2. boa noite, estou a fazer um trabalho sobre gestão de clientes, e o vosso Blog ajudou-me bastante.
    muito obrigada,

  3. Olá Elis souza!
    Obrigado pelo seu comentário.
    Forte abraço e sucesso.

  4. excelente colocação sobre o tema GESTOR!
    Hoje é imprescindível que um gestor pense como um líder e não como um autoritário.

  5. Olá Junior!
    Parabéns pela iniciativa de buscar uma formação de nível superior.
    Temos um grupo de discussão e autoajuda no Telegram, vc pode falar conosco por lá. link para acesso é o:
    Quero participar do grupo no Telegram
    Forte abraço e sucesso!

  6. Bom dia Sr José Sergio, assim que comecei o meu curso de Gestão de Segurança Privada , tenho sempre acompanhado suas publicações e tem sido muito importantes.Me formo no primeiro trimestre de 2020 e tenho muitas dúvidas , Sr teria algum contato que eu possa pedir algumas dicas? Obrigado .

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