📌O planejamento é um processo estruturado que precede a ação. Planejar significa definir objetivos, analisar cenários e escolher os caminhos mais adequados para alcançá-los de forma eficiente. Conceitualmente, o planejamento é a função administrativa que determina antecipadamente o que deve ser feito para atingir resultados desejados. Ele envolve a análise do ambiente interno e externo, a previsão de resultados e a definição dos recursos necessários para tornar os objetivos alcançáveis. .

Em qualquer área da vida — seja pessoal, profissional ou empresarial — o planejamento é o ponto de partida para alcançar resultados concretos. Quando planejamos, deixamos de agir por impulso e passamos a tomar decisões baseadas em dados, objetivos e prioridades bem definidas. No contexto da supervisão e da gestão organizacional, planejar é ainda mais crucial, pois é o que garante a eficiência das ações e a coerência entre o que se pretende realizar e o que, de fato, será executado.

O planejamento é, antes de tudo, uma ferramenta de antecipação. Ele nos permite prever cenários, estabelecer objetivos realistas e traçar caminhos que conduzam ao sucesso. Sem planejamento, empresas e profissionais tornam-se reativos, presos às circunstâncias, sem uma direção clara. Com ele, ganhamos controle, previsibilidade e capacidade de adaptação — atributos essenciais em um ambiente competitivo e em constante transformação.

Se você deseja entender como o planejamento pode transformar a forma como trabalha, lidera ou supervisiona equipes, este artigo é para você. Continue lendo e descubra o que é planejamento, qual sua importância, suas funções, etapas e aplicações práticas — e como essa poderosa ferramenta pode impulsionar sua trajetória rumo a resultados consistentes e sustentáveis.

O que é Planejamento? (Conceito e Definição)

O planejamento é um processo estruturado que antecede a ação. Planejar significa definir objetivos, analisar cenários e escolher os caminhos mais adequados para atingir objetivos de forma eficiente. Em outras palavras, é o ato deliberado de pensar o futuro antes de agir, reduzindo incertezas e aumentando as chances de sucesso. No âmbito da gestão empresarial, o planejamento é o alicerce sobre o qual se constroem decisões estratégicas e operacionais.

De forma conceitual, o planejamento é a função administrativa que determina antecipadamente o que deve ser feito, como, quando e por quem. Ele envolve a análise do ambiente interno e externo, a previsão de resultados e a definição dos recursos necessários para tornar os objetivos alcançáveis. É um exercício de raciocínio e visão, no qual se estabelecem prioridades e se anteveem obstáculos para que nada seja deixado ao acaso.

Autores consagrados da administração reforçam essa perspectiva. Para Chiavenato (2004), planejar é “simular o futuro desejado e estabelecer previamente os cursos de ação e os meios adequados para atingi-lo.” Já Maximiano (2004) define o planejamento como “o processo de tomar decisões sobre o futuro”. Em ambos os casos, o foco é o mesmo: transformar intenções em ações concretas, guiadas por lógica, dados e supervisão contínua.

Planejamento

Assim, podemos resumir o conceito em uma frase simples e poderosa:

Planejar é decidir hoje o que deve acontecer amanhã, com base em conhecimento, estratégia e supervisão inteligente.

Nos próximos tópicos, veremos por que planejar é essencial e como essa prática influencia diretamente o sucesso de pessoas, equipes e organizações.

Por Que o Planejamento é Importância

A resposta está no impacto direto que o planejamento exerce sobre os resultados. Planejar é o que separa ações improvisadas de estratégias bem-sucedidas. É o que transforma boas intenções em conquistas concretas. Sem planejamento, até as melhores ideias se perdem no caos da execução.

O propósito do planejamento é proporcionar direção, reduzir incertezas e criar uma base sólida para a tomada de decisões. Quando planejamos, estamos assumindo o controle do futuro em vez de deixá-lo nas mãos do acaso. O planejamento dá clareza aos objetivos, define prioridades e orienta o uso racional dos recursos — tempo, dinheiro e pessoas. Essa clareza é essencial para qualquer profissional ou líder que busca resultados sustentáveis.

Além disso, o planejamento fortalece a supervisão e o controle. Com um plano bem estruturado, torna-se possível acompanhar cada etapa do processo, corrigir desvios e garantir que as ações estejam alinhadas às metas. Sem planejamento, a supervisão se torna reativa; com ele, passa a ser estratégica e proativa.

Benefícios do planejamento

Entre os principais benefícios do planejamento, destaco:

  1. Direcionamento e foco: ajuda a estabelecer um norte claro, evitando desperdício de energia e recursos em atividades que não contribuem para os objetivos.
  2. Eficiência e economia: reduz retrabalhos e aumenta o aproveitamento dos recursos disponíveis.
  3. Tomada de decisão assertiva: baseia as escolhas em dados e previsões, não em suposições.
  4. Prevenção de riscos: antecipa cenários e cria planos de contingência.
  5. Integração e supervisão eficaz: alinha equipes e processos sob uma visão única e compartilhada.

O planejamento, portanto, é a espinha dorsal de qualquer processo organizacional. Ele não elimina as incertezas, mas as administra de forma inteligente. Permite prever, adaptar e agir com propósito, transformando o improviso em estratégia.

Assim, planejar é um ato de liderança e responsabilidade — é o primeiro passo para garantir que cada ação tenha um sentido, cada recurso seja bem utilizado e cada resultado seja fruto de uma execução supervisionada, coerente e orientada para o sucesso.

Nos próximos tópicos, veremos qual é a função essencial do planejamento dentro da administração e como ele se integra a outras funções, como a supervisão, a direção e o controle.

Função Essencial do Planejamento

A função essencial do planejamento é servir como o alicerce que sustenta todas as demais funções administrativas — organizar, dirigir, supervisionar e controlar. É por meio do planejamento que a administração ganha forma, coerência e propósito. Planejar significa antecipar o futuro para que a execução ocorra com precisão, evitando desperdícios, conflitos e desvios de rota.

Enquanto o controle verifica os resultados, a supervisão garante que o plano seja seguido corretamente, e a direção motiva as pessoas a agir, o planejamento é o ponto de partida que define o porquê e o como de cada ação. Ele é a função que dá sentido a todas as outras. Sem ele, nenhuma atividade administrativa consegue se sustentar de forma eficaz.

Em termos práticos, a função do planejamento pode ser resumida como o processo de:

  • Estabelecer objetivos claros – definir o que se deseja alcançar;
  • Determinar estratégias e ações – escolher os melhores caminhos e métodos;
  • Alocar recursos adequadamente – garantir que tempo, pessoas e capital estejam direcionados às prioridades;
  • Orientar a supervisão e o controle – oferecer parâmetros concretos para acompanhar e avaliar resultados.

Essa função é vital porque cria um referencial para todas as decisões. Quando um gestor ou supervisor sabe exatamente quais são os objetivos e os meios disponíveis, ele passa a agir com foco e confiança. Isso reduz a improvisação e transforma o ambiente de trabalho em um espaço de produtividade e aprendizado contínuo.

Na próxima seção, vamos aprofundar as características fundamentais do planejamento, compreendendo o que torna essa ferramenta tão poderosa e indispensável para a gestão eficiente.

Características Fundamentais do Planejamento

Toda organização que busca resultados consistentes precisa entender que o planejamento não é apenas uma etapa formal da administração — ele é um processo vivo, que se alimenta de informações, se adapta às mudanças e orienta a supervisão e a execução em todos os níveis. Para que o planejamento seja realmente eficaz, ele deve possuir características específicas que garantam sua aplicabilidade e sucesso.

Principais características do planejamento

A seguir, apresento as principais características fundamentais do planejamento, aquelas que fazem dele uma ferramenta indispensável à gestão moderna:

  1. Racionalidade: Isso significa que as decisões não podem se basear em intuição ou achismos, mas em informações confiáveis e avaliadas sob diferentes perspectivas. A racionalidade permite que a supervisão e a gestão atuem de forma objetiva, com critérios claros para mensurar resultados e corrigir desvios.
  2. Proatividade: Planejar é agir antes que os problemas aconteçam. Um bom planejamento antecipa desafios, prevê obstáculos e prepara soluções.
  3. Flexibilidade: A capacidade de adaptar-se é o que diferencia um plano engessado de uma estratégia viva e sustentável.
  4. Continuidade: O planejamento deve ser revisado, atualizado e aprimorado regularmente. Essa continuidade garante que as ações permaneçam alinhadas aos objetivos.
  5. Orientação para o Futuro: Toda ação planejada deve mirar o futuro. Essa característica conecta o planejamento ao propósito e à visão do que se deseja alcançar.
  6. Alinhamento Organizacional: O planejamento deve integrar todos os níveis da empresa — do estratégico ao operacional — de forma harmônica.
  7. Mensurabilidade: O planejamento deve ser mensurável, isto é, conter indicadores que permitam acompanhar o progresso das ações.

Em resumo, um planejamento eficaz é racional, proativo, flexível, contínuo e mensurável, além de estar alinhado aos objetivos da organização e sustentado por uma comunicação transparente.

Essas características tornam o planejamento uma ferramenta dinâmica e indispensável para o sucesso organizacional. Na próxima seção, veremos quais são os componentes-chave de um bom planejamento, compreendendo o que ele deve conter para ser funcional, coerente e realmente capaz de conduzir uma organização ao sucesso.

O que um planejamento deve conter?

Um planejamento bem estruturado deve conter as seguintes informações:

  • Objetivos: Definição clara e específica dos objetivos a serem alcançados pelo plano.
  • Análise de situação: Uma avaliação detalhada da situação atual da empresa, incluindo seus pontos fortes, fraquezas, oportunidades e ameaças.
  • Estratégias: Definição das estratégias a serem implementadas para alcançar os objetivos.
  • Metas e indicadores: Definir metas claras e mensuráveis para cada objetivo, juntamente com indicadores para avaliar o progresso.
  • Ações: Identificação das ações concretas que devem ser realizadas para implementar as estratégias e alcançar as metas.
  • Responsabilidades: Atribuição clara de responsabilidades para a implementação das ações.
  • Orçamento: Previsão orçamentária para as ações e recursos necessários.
  • Prazos: Definição de prazos claros e realistas para a implementação das ações.
  • Monitoramento e avaliação: Plano detalhado para monitorar e avaliar o progresso do plano de ação e fazer ajustes conforme necessário.

Na próxima seção, veremos como elaborar um planejamento passo a passo, transformando esses componentes em uma estrutura prática e eficiente para aplicar no dia a dia profissional.

Como Elaborar um Planejamento (As Etapas Essenciais)

Saber como elaborar um planejamento é o que transforma boas ideias em resultados reais. Após compreender os componentes que o compõem, o próximo passo é colocar o plano em prática de forma estruturada, lógica e supervisionada. Um bom planejamento segue uma sequência de etapas que garantem clareza, coerência e foco em resultados.

Essas etapas não são apenas um procedimento burocrático — elas formam um ciclo de gestão contínuo, no qual o planejamento, a execução e a supervisão se complementam. A seguir, apresento as etapas essenciais para elaborar um planejamento eficaz, aplicável tanto no contexto corporativo quanto pessoal.

1. Definir Objetivos e Metas

Tudo começa com um propósito. Nesta primeira etapa, é preciso responder: O que eu quero alcançar?
Os objetivos devem ser claros, específicos e mensuráveis, pois serão o norte de todas as ações subsequentes. É aqui que o responsável pelo planejamento começa a atuar, garantindo que os objetivos definidos estejam alinhadas à missão e à visão da organização.

2. Diagnosticar a Situação Atual

Antes de decidir o caminho, precisamos entender onde estamos. Essa fase envolve uma análise detalhada do ambiente interno e externo — recursos disponíveis, desafios, oportunidades e ameaças.
Ferramentas como a Matriz SWOT são ideais para essa etapa, permitindo visualizar pontos fortes e fracos e direcionar a estratégia com base em dados concretos. Um diagnóstico bem-feito é o alicerce de todo planejamento sólido.

3. Identificar e Avaliar Alternativas

Após conhecer o cenário, é hora de explorar as possibilidades. Avalie os caminhos disponíveis e escolha aquele que melhor equilibra viabilidade, custo e impacto. Essa análise evita decisões impulsivas e orienta a escolha das estratégias mais adequadas. Neste ponto, a supervisão deve garantir que as alternativas sejam avaliadas com critério técnico, evitando vieses e priorizando soluções eficazes.

4. Formular Estratégias e Planos de Ação

Com os objetivos e o diagnóstico em mãos, é hora de definir o como. As estratégias funcionam como diretrizes gerais, enquanto o plano de ação detalha as atividades específicas, os responsáveis, os prazos e os recursos necessários. Ferramentas como o 5W2H e os diagramas de Gantt ajudam a organizar essas informações de forma visual e prática.

Exemplo: Se o objetivo é aumentar as vendas, a estratégia pode ser diversificar canais de distribuição; e o plano de ação, treinar a equipe comercial, investir em marketing digital e monitorar resultados semanalmente.

5. Distribuir Recursos e Responsabilidades

Nenhum plano se concretiza sem os recursos certos. Essa etapa envolve definir quem faz o quê, com quais ferramentas e em quanto tempo. A clareza nas responsabilidades fortalece o comprometimento e facilita a supervisão operacional, pois cada colaborador sabe exatamente o que deve entregar.

6. Executar o Planejamento

Aqui o plano ganha vida. A execução exige disciplina, liderança e acompanhamento constante. É o momento em que o papel se transforma em ação. O papel do líder é fundamental nesta etapa, garantindo que as tarefas sigam o cronograma, que os padrões sejam cumpridos e que os ajustes necessários sejam feitos em tempo hábil.

7. Monitorar e Avaliar os Resultados

O planejamento é um processo dinâmico. À medida que o plano é executado, é essencial acompanhar seu progresso por meio de indicadores de desempenho (KPIs) e relatórios periódicos. A avaliação permite identificar falhas, medir o desempenho real e comparar os resultados com as metas estabelecidas.
Se algo não está funcionando, é aqui que se realizam os ajustes e correções. Essa etapa garante que o planejamento continue alinhado à realidade e mantenha sua eficácia.

8. Revisar e Aprimorar Continuamente

O último passo é fechar o ciclo de gestão com uma revisão crítica. Planejar não é um ato pontual, mas um processo de aprendizado contínuo. Cada experiência gera informações valiosas para aprimorar os próximos ciclos de planejamento. O líder deve registrar as lições aprendidas, identificar oportunidades de melhoria e atualizar os objetivos e metas conforme as novas demandas e cenários.

Resumindo: elaborar um bom planejamento exige método, disciplina e ação. Seguir essas etapas garante não apenas a execução eficiente das ações, mas também a capacidade de adaptação diante das mudanças.

Na próxima seção, vamos explorar os tipos de planejamento — estratégico, tático e operacional — e entender como cada um atua em diferentes níveis dentro das organizações.

Tipos de Planejamento (Estratégico, Tático e Operacional)

Depois de entender as etapas de como elaborar um planejamento, é essencial compreender que existem diferentes tipos de planejamento, cada um com um propósito, horizonte de tempo e nível de detalhamento próprios. Esses níveis — estratégico, tático e operacional — formam uma hierarquia que permite à organização alinhar sua visão de longo prazo com as ações do dia a dia.

1. Planejamento Estratégico

O planejamento estratégico é o mais abrangente e de maior impacto dentro de uma organização. Ele define o rumo a ser seguido, estabelecendo a visão, os objetivos de longo prazo e as políticas que orientarão todas as decisões. É responsabilidade da alta administração, e seu foco está no “o que” e no “por que” fazer — ou seja, nas direções que a empresa deve tomar diante das oportunidades e desafios do ambiente externo.

Principais características do planejamento estratégico:

  • Tem longo prazo, geralmente de 3 a 10 anos;
  • Foca no posicionamento e competitividade da organização;
  • Envolve decisões de grande impacto e difícil reversão;
  • Serve como guia para todos os demais níveis de planejamento.

Exemplo: uma empresa decide expandir seus serviços para o setor hospitalar. Essa decisão envolve análise de mercado, investimento, reposicionamento de marca e capacitação da equipe — elementos típicos de um planejamento estratégico.

Nesse contexto, a direção acompanha indicadores globais, assegurando que as ações táticas e operacionais estejam alinhadas aos objetivos estratégicos estabelecidos.

2. Planejamento Tático

O planejamento tático é o elo intermediário entre o estratégico e o operacional. Ele traduz as grandes diretrizes definidas pela alta administração em planos específicos para cada área ou departamento.
Seu foco é transformar a estratégia em ação, detalhando como cada setor contribuirá para atingir os objetivos maiores.

Principais características do planejamento tático:

  • Atua no médio prazo, geralmente de 1 a 3 anos;
  • Foca na coordenação e integração entre setores;
  • Define objetivos intermediárias, prazos e responsáveis;
  • Depende de gerenciamento constante para acompanhar o progresso e realizar ajustes.

Exemplo: o setor de operações define objetivos de redução de custos e aumento de produtividade para apoiar a expansão planejada pela diretoria. Isso envolve revisar processos, treinar equipes e otimizar o uso de recursos.

O planejamento tático é essencial porque transforma a visão em resultados tangíveis, permitindo que cada área saiba exatamente o que precisa entregar e em qual prazo.

3. Planejamento Operacional

O planejamento operacional é o mais detalhado e concreto dos três. Ele trata da execução diária das atividades e dos procedimentos que mantêm a organização funcionando. É o tipo de planejamento que está ligado a supervisão direta, pois depende do acompanhamento constante para garantir que as tarefas sejam realizadas conforme o padrão e dentro dos prazos estabelecidos.

Principais características do planejamento operacional:

  • Foco no curto prazo (dias, semanas ou meses);
  • Envolve tarefas específicas e rotinas padronizadas;
  • Requer precisão, clareza e controle constante;
  • É fortemente apoiado por indicadores de desempenho e relatórios de supervisão.

Exemplo: um supervisor organiza as escalas da equipe, define atividades, controla os horários de troca de turno e monitora relatórios de produção — tudo isso faz parte do planejamento operacional.

Esse tipo de planejamento é o que garante que a estratégia e os objetivos táticos saiam do papel. Ele é o ponto em que a teoria encontra a prática e onde o papel da supervisão se torna mais visível e decisivo.

4. Integração entre os Níveis de Planejamento

Embora diferentes, esses três tipos de planejamento devem funcionar de forma integrada. O estratégico define o destino, o tático constrói as pontes e o operacional pavimenta o caminho. Sem essa conexão, o risco é ter planos brilhantes no papel, mas desconectados da realidade prática.

Resumindo:

O planejamento estratégico define o futuro; o tático transforma essa visão em metas intermediárias; e o operacional garante a execução no presente. Juntos, eles formam um sistema coordenado que impulsiona a eficiência, a previsibilidade e a sustentabilidade das organizações.

Na próxima seção, vamos compreender as áreas e aplicações do planejamento, explorando como essa ferramenta pode ser utilizada em diferentes contextos e segmentos profissionais.

Exemplos de Aplicações do Planejamento (Onde ele pode ser usado?)

Como visto no decorrer do artigo, o planejamento se aplica a todos os tipos de atividades, quer sejam de ordem pessoal ou profissional. A seguir 5 exemplos de planejamento:

  1. Planejamento Pessoal – Refere-se aos planos que o indivíduo faz para sua vida. Em outras palavras, é o ato de planejar a fim de conseguir fazer tudo aquilo que gostaria de fazer além das suas obrigações, otimizando seu tempo e seu dinheiro.
  2. Planejamento Profissional – consiste em estabelecer um plano para sua vida profissional, estabelecer um ou mais objetivos profissionais e traçar meios para atingi-los. É fundamental para qualquer pessoa que deseja crescer na carreira um plano profissional, que trace objetivos e, periodicamente, faça um balanço dessas metas.
  3. Planejamento Estratégico: é um processo de planejamento a longo prazo que define a direção e o objetivo geral da empresa. Ele é usado para determinar a posição futura da empresa no mercado e para estabelecer estratégias para alcançar seus objetivos.
  4. Planejamento Financeiro: é um processo que define as estratégias para gerir e investir os recursos financeiros de uma empresa. Ele inclui a previsão de receitas e despesas, a definição de orçamentos e a análise de investimentos.
  5. Planejamento de Marketing: é um processo que define as estratégias de marketing para alcançar os objetivos de vendas e de negócios de uma empresa. Ele inclui a segmentação de mercado, a definição da proposta de valor, e a escolha de canais de marketing.

Como se faz um planejamento?

Fazer um planejamento envolve definir objetivos e estabelecer ações e estratégias para alcança-los. A seguir, apresento os principais passos para fazer um planejamento efetivo.

Guia passo-a-passo para fazer um planejamento efetivo

  1. Defina seus objetivos: Antes de começar a planejar, é importante estabelecer claramente seus objetivos e metas. Defina o que você quer alcançar e estabeleça prazos realistas para alcançá-los.
  2. Analise sua situação atual: Avalie sua situação atual, incluindo suas habilidades, recursos e limitações. Isso ajudará a identificar o que você precisa fazer para alcançar seus objetivos.
  3. Analise as opções: Explore as diferentes opções e caminhos disponíveis para alcançar seus objetivos. Considere o impacto potencial de cada opção e selecione aquela que é mais adequada às suas necessidades.
  4. Confeccione um plano de ação: Com base nas informações coletadas nas etapas anteriores, confeccione um plano de ação concreto que inclua as etapas específicas que você precisa tomar para alcançar seus objetivos.
  5. Aloque recursos: Determine quais recursos serão necessários para implementar seu plano de ação, incluindo tempo, dinheiro e recursos humanos.
  6. Monitore e avalie o progresso: Monitore seu progresso regularmente e avalie se você está no caminho certo para alcançar seus objetivos. Se necessário, faça ajustes no plano de ação para garantir que você esteja no caminho certo.
  7. Ajuste e adapte seu plano: O mundo está em constante mudança e é importante estar aberto a mudanças e ajustes no plano. Adapte seu plano se necessário e mantenha-se flexível para responder a novos desafios ou oportunidades.

No botão abaixo você pode baixar o guia passo-a-passo para fazer um planejamento efetivo em pdf.

Conclusão

Ao longo das seções, vimos que planejar é um processo contínuo que envolve análise, decisão, execução e supervisão. Do nível estratégico ao operacional, o planejamento atua como um elo de integração entre visão e ação, entre metas e resultados. Ele reduz incertezas, evita desperdícios e impulsiona a produtividade, permitindo que organizações e profissionais avancem com segurança e direção.

Independentemente da área — seja empresarial, financeira, operacional ou pessoal —, o planejamento é o instrumento que transforma intenções em resultados concretos. Mais do que um documento ou uma ferramenta de controle, ele é uma mentalidade: a de prever, preparar e agir com inteligência.

Se você deseja se aprofundar ainda mais nesse tema e compreender como aplicar o planejamento de forma estratégica na sua empresa, não deixe de ler o artigo “Planejamento Estratégico: [Guia 2025] O Que É e Como Fazer” — um passo adiante para consolidar o sucesso e a sustentabilidade dos seus resultados.

José Sergio Marcondes – Diretor do IBRASEP – CES – CPSI – CISI

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Sobre o Autor

Autor José Sergio Marcondes
Autor José Sergio Marcondes

Diretor Executivo IBRASEP | Gestor de Segurança Privada | Especialista em Segurança Corporativa | Consultor Sénior | Professor | Mentor | Gestão de Pessoas e Processos | Foco em Performance através do Desenvolvimento de Líderes e Equipe | Graduado em Gestão de Segurança Privada | MBA Gestão Empresarial | MBA Gestão de Segurança Corporativa | Certificações CES, CISI e CPSI | Mais de 30 anos de experiência no setor da Segurança Privada | Apaixonado pela área de segurança privada, dedica-se continuamente ao estudo e à disseminação de conhecimento, sempre com a missão de desenvolver e valorizar o setor e os profissionais que atuam nele.

16 Comentários

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  1. Olá muito bom!
    Obrigado pelo seu comentário.
    Forte abraço e sucesso!

  2. Olá Nelilma Silva!
    Obrigado pelo seu comentário.
    Forte abraço esucesso.

  3. Olá Chico Augusto.
    Obrigado pelo seu comentário.
    Forte abraço e sucesso.

  4. obrigado pela sabia informacacao de planificaccao e tou a ser ajudado com o seu manual

  5. Olá Antônio Pereira!
    Obrigado pelo seu comentário.
    Forte abraço e sucesso.

  6. Boa noite, Marcondes. Gostei muito da clareza com que você expôs o assunto. Parabéns.

  7. Olá Lanna Giovanna!
    Obrigado pelo seu comentário.
    Estamos viabilizando a implementação da sua sugestão.
    Forte abraço e sucesso.

  8. ótimo, me ajudou muito!!
    seria interessante também colocar as etapas de planejamento

  9. Olá AGENIL DA SILVA!
    Obrigado pelo seu comentário.
    Forte abraço e sucesso.

  10. Boa noite, Marcondes, parabéns pelo excelente material. Gostaria de saber como faço para fazer a referência do seu material. Qual a data de publicação do mesmo?

  11. Olá Gilberto!
    Fico feliz em saber que gostou do artigo.
    Obrigado pelo seu comentário.
    Forte abraço e sucesso!

  12. Me chamo Gilberto, sou professor em um curso de vendas. Quero parabeniza-lo pelo material de fácil compreensão.

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