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Alarmes residenciais são um conjunto de recursos de segurança eletrônica composto por sensores e softwares integrados com o objetivo de proteger a residência contra ações criminosas e eventos indesejados. A principal finalidade do alarme residencial é emitir alertas sonoros e/ou visuais em casos de eventos ou situações indesejáveis, como por exemplo: tentativas de arrombamento de portas e janelas, acessos indevidos, princípios de incêndio, entre outros.

Os alarmes são sinais anunciados de forma visual ou auditiva, geralmente intermitente, que indicam uma situação que requer ação imediata, normalmente são disparados quando certa variável que está sendo monitorada por um sistema eletrônico atinge um nível indesejado ou potencialmente perigoso.

Escrito por José Sérgio Marcondes
Postado 04/11/2021

O alarme residencial trabalha com o conceito simples de proteger pontos de acessos da residência, fazendo uso de sensores de detecção de presença e abertura, que se comunicam com um painel de controle, responsável pelo monitoramento do ambiente.

Um sistema de alarme residencial é um conjunto de dispositivos eletrônicos integrados, que trabalham em conjunto com uma central de alarmes. Refere-se aos equipamentos e sensores eletrônicos desenvolvidos e construídos para serem utilizados como meios auxiliares e complementares nas atividades de segurança residencial.

Alarmes Residenciais

Para que serve os Alarmes Residenciais?

Alarmes residenciais são um sistema de segurança projetado para detectar intrusão, como entrada não autorizada em uma residência. Os alarmes residenciais são usados ​​em propriedades residenciais para protegerem contra roubo (furto) ou danos materiais , bem como proteção pessoal contra intrusos. O alarme residencial serve para monitorar um ambiente, com a finalidade de detectar e alertar sobre acessos indevidos e/ou condições de perigo eminente.

Qual o objetivo do Alarme Residencial?

O principal objetivo do alarme residencial é detectar e emitir alertas sonoros e/ou visuais sobre situações indesejáveis, com por exemplo: tentativas de arrombamento de portas e janelas. Porém, quando instalados e monitorados corretamente, os alarmes proporcionam outros benefícios para seu usuário, dentre os quais podemos destacar:

  • Efeito dissuasivo: a percepção por parte da pessoa má intencionada da existência de alarme na residência funciona como um mecanismo desestimulador da ação criminosa, uma vez que, qualquer tentativa de invasão poderá ser detectada e alertada por meio de sinais visuais e sonoros;
  • Detecção de tentativas de arrombamento de portas e janelas: por meio de sensores de presença, impacto e abertura, um sistema de alarme residencial pode identificar uma tentativa de acesso indevido em portas e janelas e emitir sinais de alerta;
  • Detecção de princípios de incêndio: alguns sistemas de alarme, por meio de sensores de calor ou detecção de fumaça, são capazes que detectar princípios de incêndio e emitir sinais de alarme;
  • Botão de pânico: são botões eletrônicos portáteis que se comunicam com a central de alarmes por radiofrequência, serve para sinalizar situações de emergência ou risco, como invasões, assaltos e roubos.

Composição Básica dos Alarmes Residenciais

Geralmente os alarmes residenciais são compostos por uma combinados sensores e uma central de alarmes. O alarme mais básico consiste em pelo menos um sensor para detectar invasores e um dispositivo de alerta para indicar a intrusão.

Composição básica de um sistema de alarme residencial:

  • Painel de Alarme – é visto como o cérebro do sistema de alarme. Controla, envia e recebe sinais dos sensores espalhados no imóvel. Ele pode ser dividido por “zonas” ou “setores” que identificam com precisão o ambiente violado. Atualmente os painéis de alarmes podem enviar sinais para as centrais de monitoramento e/ou para o próprio celular do proprietário.
  • Bateria – permite o funcionamento do sistema de segurança caso ocorra uma falta de energia. Essa bateria é constantemente monitorada pelo painel de alarme que avisa caso sua carga esteja baixa.
  • Sensores – são os dispositivos que identificam alguma evento previamente programado e enviam sinal a central: exemplo de sensores: sensor de presença: detecta presença de pessoas; sensor de abertura: detecta abertura de portas e janelas; sensor de impacto: detecta quebra de vidro, sensor de temperatura: detecta variações de temperatura.
  • Cerca eletrificada – é uma barreira física de segurança formada por fios de aço energizados com objetivo de impedir que pessoas atravessem um limite definido, também é capaz de detectar contato ou rompimento dos fios e avisar a central.
  • Câmeras de segurança: Equipamento eletrônico de captura de imagem e som com capacidade de armazenamento e envios de dados para um central de monitoramento. Algumas câmeras de segurança IP são capazes de interpretar dados da imagem capitada e gerar sinais de alarme quando detectado em evento indesejado;
  • Botão de Pânico – Equipamento que quando acionado avisa a central de monitoramento sobre alguma emergência.;
  • Sirene de alarme. Na detecção de um evento, a sirene emite um sinal sonoro de 120DB, com o intuito de inibir uma possível invasão, denunciando a ação do invasor.
  • Monitoramento Eletrônico – monitoramento de sistemas eletrônicos de segurança é o processo de estabelecer contato, em tempo real e de forma remota, com sistemas de segurança, de forma a receber, analisar e tratar as informações enviadas pelos sistema. Este envio pode ser de duas formas: Linha Telefônica ou GPRS (Transmissão sem fio).
sistema de alarme residencial

Importância do Alarme Residencial

A importância do alarme residencial está relacionada ao nível de risco ao qual a residência e seus ocupantes estão sujeitos. Conforme maior for o risco mais importante e necessário se torna a existência de um sistema de alarme residencial.

Os criminosos tendem a escolher com bastante cautela e critério as residências que serão alvos de seus ataques. Nesse contexto, um dos mais relevantes critérios analisados consiste no grau de dificuldade envolvido para execução da ação criminosa: quanto melhor for a segurança da casa, menores serão as chances de ela ser considerada um alvo viável e interessante.

Como funciona o Sistema de Alarme Residencial?

De maneira geral, o alarme residencial funciona por meio de linhas telefônicas e/ou por conexão com a internet, que enviam os dados para uma central de monitoramento de alarmes. O sistema básico é composto por um painel de alarme, bateria reserva, sirene, sensores, câmeras de segurança e botão de pânico.

Para que o sistema de alarme residencial funcione, os sensores devem ser instalados nos locais de maior vulnerabilidade da residência, como portas, janelas e garagem. São esses dispositivos que reconhecem quando algo está fora do normal e se comunicam com a central de alarme, que é a responsável por disparar alertas sonoros e informa a central de monitoramento sobre a atividade suspeita.

Ao receber o alerta de ocorrência do sistema, os operadores da central de monitoramento tomam as medidas necessárias, como enviar agentes de segurança para o local e chamar a polícia, se necessário.

Outra funcionalidade do alarme residencial é o botão de pânico. Caso algum dos moradores acione esse botão, a central de monitoramento também recebe um alerta de ocorrência, com caráter emergencial.

5 Principais Tipos de Alarmes Residenciais

  1. Alarme de abertura – sensores magnéticos são instalados nas janelas, portas ou portões, caso o portão seja aberto, por exemplo, o contato interno do sensor também abre, acionando um sinal de alarme para a central de monitoramento. Existem, basicamente, 3 tipos de sensores magnéticos: metálicos: por ser mais resistente, pode ser utilizado em portas de enrolar e portões pesados; embutido: indicado para janelas e portas de madeira; aparente: recomendável para janelas e portas de vidro;
  2. Alarme de Intrusão: sensores conseguem identificar se há alguém (ou algo) no local onde são instalados. Isso ocorre por meio de detecção de movimentos, variação de temperatura, micro-ondas ou pela interrupção de feixes infravermelhos. Exemplo: sensores infravermelho ativo e sensores infravermelho passivos;
  3. Alarme Detector de Impacto: Utilizados para proteção de vitrines ou janelas. O sensor de quebra de vidro identifica a quebra pelo som causado ao se estilhaçar o vidro. O sensor possui um microfone e um microprocessador. Quando o vidro se parte, o som causado chega ao sensor. Depois de captado pelo microfone, o microprocessador analisa o som com detalhes e aciona o alarme. Trata-se de um equipamento extremamente preciso, com pequena taxa de alarmes falsos.
  4. Câmeras com IACâmeras de segurança com IA – as câmeras de segurança mais modernas são integradas por softwares de tratamento de imagem com Inteligência Artificial capazes de atuar como alarmes. São capazes de analisar as imagens e emitir sinais de alarme em casos de detecção de eventos indesejáveis.
  5. Alarme de incêndio: sensor é capaz de detectar fumaça, um claro sinal de que pode estar acontecendo ou se iniciando um incêndio. Este sensor envia sinais para o controle de alarme que, por sua vez, dá um aviso visual ou, mais comumente, sonoro.

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Forte abraço e sucesso!
José Sérgio Marcondes – CES
Especialista em Segurança Empresarial
Consultor em Segurança Privada
Diretor do IBRASEP

Leia também…

Sugiro a leitura dos artigos a seguir como forma de complementar o aprendizado desse artigo.

Segurança Residencial: O que é? Objetivos, Como Funciona, Sistemas

Sistema de Alarme Residencial: O que é, Como Funciona e Tipos Alarmes

Sistema de Segurança Residencial: O que é, Para que serve e Tipos

Dados para Citação Artigo

MARCONDES, José Sérgio (04 de novembro de 2021). O que são e Quais os Principais Tipos de Alarmes Residenciais?. Disponível em Blog Gestão de Segurança Privada: https://gestaodesegurancaprivada.com.br/o-que-sao-e-quais-os-principais-tipos-de-alarmes-residenciais/ – Acessado em (inserir data do acesso).

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Sobre o Autor

Autor José Sergio Marcondes
Autor José Sergio Marcondes

Graduado em Gestão de Segurança Privada, MBA em Gestão Empresarial e Segurança Corporativa. Detentor das Certificações CES (Certificado de Especialista em Segurança Empresarial), CPSI (Certificado Profesional en Seguridad Internacional), CISI (Certificado de Consultor Internacional en Seguridad Integral, Gestión de Riesgos y Prevención de Pérdidas). Mais de 30 anos de experiência na área de segurança privada. Consultor e diretor do IBRASEP, trazendo uma notável expertise em segurança, além de possuir sólidos conhecimentos nas áreas de gestão empresarial.

2 Comentários

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  1. Olá Davi!
    Obrigado pelo seu comentário.,
    Forte abraço e sucesso.

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